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Acompanhante ruivas em São Paulo

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Acompanhantes Loiras São Paulo

A acompanhante loira SP é a própria definição de luxo, desejo e presença.
Quando ela chega, o ambiente muda, o ar fica mais denso, a curiosidade desperta, e todos os olhares buscam entender de onde vem aquela energia tão intensa.
A loira de luxo não apenas aparece — ela domina, conquista, envolve, seduz com a elegância de quem sabe exatamente o valor que tem.

Seus cabelos dourados brilham como fogo suave, sua pele clara reflete mistério e sua postura desperta respeito e admiração.
Ela é mais que companhia: é experiência, é fantasia em forma de mulher.
O charme natural da acompanhante loira premium cria uma atmosfera magnética, irresistível, onde cada gesto dela parece ensaiado pela própria sedução.

Existe algo nas louras que ultrapassa o comum:
a intensidade no olhar,
a segurança no sorriso,
a força silenciosa que diz tudo sem precisar de palavras.
A loira encantadora, com seu toque suave e presença hipnotizante, desperta o tipo de desejo que não se tenta controlar — se vive.

A Loira que Encanta

Loira intensa, chama calma,
dourada como o sol que nasce,
misteriosa como a noite que abraça.

Teus fios brilham como ouro vivo,
tua pele é promessa,
teu perfume é convite.

És a loira atraente SP,
que caminha com a leveza de quem sabe
que cada passo é poesia,
cada olhar é chama,
cada sorriso é ferida deliciosa
que ninguém deseja curar.

Em ti existe a mistura perfeita
de doçura e perigo,
de encanto e tentação.
És verso que toca,
és poema que respira,
és a história que ninguém esquece
depois de cruzar teu caminho.

Acompanhante loira,
teu corpo fala mais que palavras,
teu silêncio diz mais que gritos,
e tua presença
é o tipo de desejo que dura
muito depois do adeus.

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Sou acompanhante em São Paulo, uma mulher que vive o ritmo intenso e sedutor da cidade. Caminho pela Avenida Paulista, onde a energia é forte, os olhares se cruzam e o desejo desperta. Atendo com elegância nos Jardins, no charme aconchegante de Moema, no luxo do Itaim Bibi, na modernidade da Vila Olímpia e na vibração noturna de Pinheiros.

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Acompanhantes Morenas e Loiras em SP no Luxúria

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The Best of Sade

THE BEST OF SADE

Tarde de verão. Final de expediente e Hector estava no escritório. Será que só pego estes trabalhos de pesquisa? Eis que sua secretária anuncia uma cliente. Mas eu não estou esperando ninguém. Quero ver se hoje consigo por esta bagunça em ordem. Sem paciência e exausto, não queria mais atender aos clientes.  Cliente nova… Ela adora fazer isso comigo. Vem com esta voz  de quem vai dar no final do expediente.  Sabe que cliente nova é sempre dinheiro novo, mas como era uma cliente nova, Mande entrar.  Eis que entra a  secretária na sala e em sua companhia, A CLIENTE. Que mulher exuberante, Laila… Com um vestido branco, que delineava suas curvas.  Um vestido que lembra as Deusas da Mitologia Grega e até podia ser. Afrodite me visita?  Hector mal conseguia falar. Sente-se, por favor.  Enquanto acomodava a cliente, ele começou a  percorrer o corpo dela com os olhos… Belos pés… Confortavelmente numa sandália, deixando-os nus e sensuais… Bem cuidados dedos rosados, unhas muito bem aparadas. Devem estar até perfumadas. Que pernas. Depilação perfeita. Como adoraria passar as mãos na parte anterior destas coxas. Grossas o suficiente para dar mordidas de leve.  Esta mulher me enlouquece.  Hector já estava nervoso… até que foi interrompido pela sua secretária: – Eu já estou indo. Até amanhã, Dr. Hector. Deu aquela piscadela sacana daquelas que só mulher sabe dar.  Ao ouvir isso, enlouqueceu com a idéia de ficar sozinho no seu escritório com aquela mulher. Ainda bem que já estava ouvindo este CD de Sade. As mulheres adoram Sade.

 Que posso fazer pela senhora ou senhorita?  A princípio achou  estranho ela não ter falado sequer uma palavra. Prontificou-se logo a se apresentar e procurar saber o que a levava a procurar um advogado. Hoje em dia todo mundo precisa de um advogado. A mulher ouviu a pergunta atentamente e calada continuou. Hector não  conseguia tirar os olhos do seu decote… por um breve espaço de tempo os dois se calaram e seus olhares se encontraram. Hang on to your love no ar. Até que Laila se levantou. Largou a bolsa na cadeira e caminhou pela ampla sala… Aquele caminhar dançante acompanhando a música de forma discreta como só Deusas sabem fazer. Olhando nos olhos de Hector, sem dar uma palavra sequer.

 Que olhar. Laila tinha um olhar provocante, daquelas mulheres que te olham atrás da mente, era uma bela mulher, transpirava sensualidade… Perfumada e transparente. Tinha  uma boca desenhada, carnuda, olhos cor-de-mel, cabelos ondulados, castanho-claro, uma pele bronzeada. Hector era um homem bonito, másculo, chamava atenção onde aparecesse… Alto, moreno, tinha olhos verdes que chegavam a brilhar… e um sorriso que mataria qualquer mulher de desejo por aqueles lábios. Lábios doces algumas diziam.  A medida que andava ia se aproximando dele… Smooth Operator. Agora que me entrego mesmo. Até que se sentou à mesa, em frente a Hector. Ele mal conseguia respirar, chegou a suspirar. 

JEZEBEL  Não consigo tirar os olhos do  corpo desta mulher… Finalmente ela falou: – Não me

pergunte a que vim, e nem porque. Sou Laila, mas serei sua JEZEBEL hoje.

Depois de praticamente murmurar essas palavras, Laila puxou a cadeira de Hector, ficaram cara a cara, boca a boca… os dois se olhavam  profundamente. Só Sade murmurava. Vagarosamente, ela tocava seus lábios no dele, repetindo por movimento I want you to be mine. Provocando aquele homem como ninguém havia feito… Imediatamente Hector laçou suas  mãos ao redor do corpo de Laila ou será Jezebel. … Os dois se beijavam loucamente…  Todas as lições de beijos foram descritas e transcorridas. Repassadas, acompanhando o Sax sensual. Suas línguas se encontravam e se buscavam de maneira selvagem…

 De repente Hector se afastou, olhou pra aquela mulher com desejo e paixão e pediu-lhe para tirar a roupa dela… The sweetest taboo.  Laila levantou-se e virou-se de costas para Hector… Keep on. Puxa a música podia até ser mais lenta, mas calha bem para o momento. A medida que ele a despia, beijava cada parte de seu corpo, sentindo seu cheiro e calor, beijou seus cabelos, sua nuca, perfumada bem sútil para ocasião. Pelos ombros, descendo pelas costas, beijando sua cintura até retirar todo o seu vestido… Laila  vestia uma calcinha bem delicada, renda branca. Seus pelos muitos bem aparados de forma a ficarem todos sob o tecido.

Foi deitando-se vagarosamente na mesa.. It is a crime Ter uma mulher assim? Corriam mil desejos, todas as certezas e incertezas do mundo para Hector. Esta mulher não pode existir. Ela levantou suas pernas e num gesto acrobático puxou Hector para junto dela com a ponta de sua sandália.

Podia se ouvir Is It a crime? Não Não pode ser um crime. Serei seu escravo eterno. Ele não se conteve. Foi tirando sua calça de linho. Seu cinto de fivela dourada, sua camisa apenas desprendeu os botões. Chegou junto ao corpo de JEZEBEL. Que seios maravilhosos. Sentindo os bicos endurecerem nos seus dedos. Tão bom quando uma mulher tem prazer pelo prazer.

Never as good as the first time. Isso era a certeza para ambos. Do que aconteceria ninguém saberia, mas never as good. Devemos se entregar apenas uma vez? Hector já tinha sua lingua trabalhando por todo o corpo de Laila. Ela suspirava. Seu prazer era verdadeiro. Era Afrodite em pessoa.  Minerva, Diana.  Ela levanta uma mão e pelas costas explora com leves pressões o cós de Hector. Como se quisesse que ele a possuísse naquele mesmo instante.

Love is stronger than Pride. Ele não conseguia resistir. O sol já se tinha posto. E a única luz que iluminava a sala era do bom aparelho de som. Iluminava as extremidades dos corpos cada vez mais colados. Ela podia sentir o volume que se formava sob o pequeno tecido que cobria Hector. A roupa já não existia mesmo estando presente. Nada existia. Apenas o calor dos corpos. O suor do Paradise.

Voltaram as línguas. Cada um de seu lado. Foram para o chão. Queriam trocar saliva de desejo. Ele tirou sua renda e ela seu algodão. Da parte dele um músculo cheio de nervuras, rijo,  duro saltou direto para a boca de Laila. Ela saboreou de ponta aponta. Beijando, sugando, colocando em sua garganta, mordiscando. Hector não conseguia fazer nada.  Gemia como nunca gemeu antes. Como pode ser sem nunca Ter sido?

Chegou a vez dele retribuir. Chamou como se Nothing can come between us.  Suas mãos eram extensão do corpo todo. Fazia Hector se arrepiar até o ultimo fio de cabelo. Mas Hector sabia explorar uma bela caverna. E como sabia. No ordinary love. Laila tremia. Todo seu corpo tremia. Hector nunca tinha visto uma mulher gozar daquele jeito. E gozou em sua boca. Quente e escaldante. Que mulher. Como pode.  E não para de gozar. Seus olhos semi-encerrados mordendo a palma da mão, pois o grito seria o maior do bairro, da cidade, do planeta. Hector não agüentou  e gozou espesso, de várias golfadas nas mãos da Deusa. Ela levou o gozo como o néctar dos Deuses. No ordinary Love.  Espalhou pelo seu corpo e brincou contra a pouca luz  em testar a densidade entre dedos. Como se fosse um saque da garrafa mais bem guardada tomou em pelos cálices imaginários. Ordinary love foi eterno.

Like a tatoo…  Abraçados permaneceram. Nenhum dos dois queriam desistir. Além do mais sabiam que tinham mais cinco músicas. Hungry for life. Carinhos são tão confortantes neste momento. Ambos queriam sentir-se um dentro do corpo do outro. Suados, mas donos do mundo. Tocavam nas teclas imaginárias do piano muticorporal de cada um.

Kiss of life….

PONTE DE PRAZER

ponte do prazer
MODO DE FAZER:

  1. Aquecer óleo esfregando-o nas suas mãos várias vezes, at sentir que esta numa temperatura agradável.
  2. De frente para ele, colocar óleo no penis e deixar escorrer: a sensação muito gostosa.
  3. Com o pênis ainda em repouso, deslizar as mos, uma de cada vez, ao longo dele. Começar pelos testículos e ir subindo em direção cabeça, bem devagar.
  4. Passear as mãos pelos testículos e pela virilha.
  5. Depois, passar a unha (bem de leve) ao longo do comprimento do rego, percorrendo uma linha imaginária que vai da base do pênis glande. Ir e voltar, vagarosamente.

LEU TUDO?

QUEr mais\\shiatsu sexual
Massageando os pontos certos do pênis, voce vai dar a ele um prazer tranqüilo e energizante.

MODO DE FAZER:

  1. Sentar de frente para ele. Com uma das mos, envolver a base do pênis, que deve estar ereto.
  2. Com a ponta dos dedos indicador e polegar da outra mo, apertar todos os pontos da região que divide a glande do corpo do pênis. Fazer a circunferência completa, bem devagar e com ritmo, parando em cada ponto. Dar mais atenção ao freio, aquela parte que prende a pele ao pênis.
  3. Agora, repetir o mesmo movimento na direção do comprimento do pênis.
  4. Com a mo que estava segurando a base do pênis, passar a envolver confortavelmente os testículos.
  5. Usando a ponta dos dedos indicadores e polegar da outra mo, pressionar ao mesmo tempo, firmemente, à frente e as costas do pênis (polegar na frente, indicador atrás). Subir devagar e com ritmo, parando em cada ponto por alguns segundos. Cuidado: voce nunca deve pressionar as laterais do pênis para no provocar desconforto.
    \
    abraço caliente
    MODO DE FAZER:
  6. Sentar frente a frente ou ao lado dele.
  7. Usar três dedos (indicador, anular e médio) de uma das mos para começar uma massagem circular na região entre o escroto e os anus. começar bem de leve e ir intensificando a pressão, mas com cuidado para no machucar.
  8. Com a outra mo, segurar o pênis, como se fosse fazer uma masturbação normal, nem muito forte nem muito solto. Deslocar levemente a pele para cima e para baixo.
  9. Assim que ele ficar mais ereto, intensificar a pressão da massagem entre os anus e o escroto. Sem pressa, s vezes parando por alguns segundos para pressionar, apenas.
  10. Tentar manter o mesmo ritmo e a mesma intensidade do movimento da mo esquerda e da direita.

a única que utilizei foi a ultima q vou mandar túnel…
explosão nas nuvens
MODO DE FAZER:

  1. Com uma das mos, envolver a base do pênis e fazer movimentos para baixo e para cima, deixando a glande livre.
  2. Formar uma espécie de concha (ou guarda-chuva) com a palma da outra mo, que deve estar lubrificada.
  3. Com essa mo, cobrir a glande, criando círculos apenas no topo dela. (Para isso, você ter que movimentar apenas o punho dessa mo). Caso seja impossível movimentar com ritmo as duas mos, melhor intercalar: cada hora movimentar uma. Assim você no se atrapalha e nem interrompe o prazer dele.

o anel do amor
Este movimento provoca uma grande concentração de sangue na glande do pênis, deixando-o mais sensível e muito mais excitado. Capriche no ritmo. O seu amor vai adorar.

MODO DE FAZER:

  1. Umedecer as mos com óleo (para intensificar a sensação, molhe em seguida as pontas dos dedos com água fria).
  2. Segurar a base do pênis com uma das mãos.
  3. Fazer um anel ao redor do rego com o polegar e o indicador da outra mo (exatamente onde termina a mão que segura a base).
  4. Iniciar movimentos para cima, realizando uma torção (como se você estivesse desenroscando uma tampa). Após chegar ao topo, comece novamente de baixo.
  5. A pressão do movimento no pênis deve ir aumentando gradativamente num ritmo gostoso.

túnel do delírio
MODO DE FAZER:

  1. O pênis deve estar ereto e as suas mãos lubrificadas.
  2. Envolver a cabeça do pênis com uma das mãos e deslizar ate a base.
  3. Logo que essa mo chegar base, a outra deve iniciar o movimento de cima para baixo, e, assim, sucessivamente.

o túnel cansativo mas o resultado bom

Garota de programa, 1a vez- veridico

Conto erotico: Garota de programa, 1a vez- veridico. Iniciando a vida de Garota de programa
Sou negra , alta, 1,70, seio pequeno e bunda media , meia seca, tive poucos namorados, aos 15 conhecii um cara de 18,que tirou meu cabaço, não foi muito bom, eu não era muito chegada em sexo.Aos 16 conheci meu amor, Maico, e aos engravidei , casamos e nasceu minha princesa Gabi, mas quando ela fez 2 aninhos, Maico, que trabalhava em tele entrega a noite, foi preso , era motorista de uma gangue de assalto.Fui morar com minha mae, mas não deu certo, acabei alugando uma kitinete na periferia , perto da mãe.Sai a procurar trabalho, consegui numa malharia, mas frio e fiquei logo sem trabalho, consegui um namorado, Gabriel, mas não deixei ele morar comigo, somente de fim de semana.

A grana começou a ficar muito curta, não queria que o Gabriel me sustentasse, minha prima fazia programa numa boate, mas eu não tinha coragem, mas não suportei a situação, na cidade tinha varias casas de GP, uma muito conhecida ,minha prima fez o contato e fui lá.É um casarão, tem piscina, e lá funciona 24 horas mas não na casa, era pra ir em hotel/motel/casa.Na entrevista a dona me fez mostrar meu RG, tinha 18 anos e 8 meses, perguntou se tinha alguma doença, etc, e disse que como tinha já uma mulata na casa, que ficava d edia, meu horário tinha que ser das 19- as 8:00 da manhã.

O valor era interessando, 120 a hora , metade pra mim, sexo normal, caso fosse fazer anal ,o valor ficava para mim.Aceitei e fui pra casa, organizei com minha mãe pra cuidar da Gabi, contei a ela, ficou louca , mas eu não tinha outra saída.Proximo dia, fui pra a casa e conheci as outras GP, tinha de tudo que tipo, sentei e fiquei esperando.Logo me pediram para ir com outras 3 na calçada porque um cara ia vir e escolher uma garota, sai com o coração na boca, se fosse alguém conhecido, mas acabaram escolhendo outras e fiquei pra trás.aquela noite não fiz nenhum programa, ao menos ganhei janta , café da manhã e fui pra casa.Puta da cara, mas era o começo.

No dia seguinte a noite , fui trabalhar , o namorado Gabriel já tava desconfiado que trabalho esse a noite…cheguei na casa , sentei a olhar tv, e finalmente me avisaram, Rafa, te prepara pra ir no motel.Deu um calafrio, e agora , vou ter que fuder com um desconhecido, quase desisti, embarquei no carro e fui pro abatedouro.Chegando no motel, lembro ate hoje,entrei pela garangem, o carro era um Palio, subi a escada, bati na porta, ouvi”entra”, entrei e no box do banheiro tinha um cara duns 50 anos, branquela , tomando banho.Não olhei nos olhos deles, dei um “Oi” , o quarto pequeno, tinha a cama e uma poltrona , sentei na poltrona .olhando para baixo.

O cara saiu do banho enrolado na toalha, sem falar nada tambem, deitou na cama , ficamos uns minutos sem se falar.”Cê q é a Rafa? Sou o Cris”, Ahan, respondi, sem olhar muito para ele, “fica a vontade ele falou.”è que comecei hoje,nunca fiz isso, tô arrependida, e contei minha historia curto e rápido pro estranho homem.

Isso parece que quebrou o gelo, porque ele estava mexendo na carteira e levantou e me entregou os 120 ,00.Vai lá e toma teu banho, depois a gente vê o que se faz , me mandou.Tinha uma voz de locutor, nunca gostou de branco, sempre preferi negão.

Olhei pra ele, me levantei e falei, “tá bom, vou ter que fazer, não tenho outra escolha”, comecei a me despir, tinha roupas bem simples, fazia tempo que não tinha grana pra comprar aquelas calcinhas e sutiean mais sexy.

Fiquei de costas pra ele, vergonha, e assim fui pro banho, que me demorei(gastar o tempo),dava umas olhadas pra aquele cara na cama, nem tinha visto o pinto dele, tava enolado na toalha.Terminei meu banho, me enrolei na toalha tambem , me deitei como uma múmia na cama ao lado dele, fiquei olhando o teto.. que merda, ter que fuder com um desconhecido!

Eu tinha vergonha dos meus peitinhos, pequenos e ainda um tinha leite, porque a Gabi seguia mamando, fikei preocupada se ia sair leite…Ele resolveu tomar a iniciativa, foi tirando a minha tolha e pronto começou a mamar nos meus peitinho, dai expliquei que podia sair leite, ele não se perturbou, seguiu chupando meus peitinhos, acabei começando a gostar, era onde eu tinha muita tesão, mas tava me freando, sempre tava na minha cabeça, to fudendo com um desconhecido!

Habilidoso ele foi me chupando, chegou na minha ppka, mal depilada ,lambei meus lábios grossos, meu grelo é pequeno, achou e foi chupando o grelo e alternando com umas lambidas na minha racha, ate dentro a ppka, me chupou dum jeito que não consegui me segurar, somente meus gemidos foram contidos, me acabei rapidamente, nunca pensei que um estranho , desconhecido ia fazer me gozar.

O grelo tava bem inchado agora, sensível, tive que pedir para ele parar, tava ficando dolorido.Ele levantou ,buscou uma cerveja no frigobar, deitou do meu lado , tomou um goles e me ordenou a fazer um boquete , pra começar.Ofereceu cerveja, não aceitei, me ajoelhei do lado dele, tirei a toalha , dai vi meu primeiro caalho branco de perto, tamanho médio , uns 16 cm e não muitogrosso, parecido com do meu marido.

Comecei a mexer o caralho dele, logo endureceu e me botei a chupar, do meu jeito, chupar eu gostava mas sem pratica, chupava, chupava , ele tava gostando e eu mais tranquila, ate que não tava ruim .Tocou o celular dele, parei , ele atendeu , conversou uns minutos e eu ali observando , , desligou e eu voltei pro boquete , antes avisei pra ele não gozar na minha boca!

Me pediu pra chupar as bolas dele, nunca tinha feito, fiz e fiquei punheteando, logo ele gozou, porra nas minhas mãos, aquele cheiro típico. Aproveitei para lavar minhas mãos e consultar o horário, perguntei a ele a hora, porque o meu celular tava quebrado.

Já tava fechando a hora, pensei pra mim, foi rápido, dai ele falou que queria mais uma hora.Fiquei feliz, o cara era legal ate agora , mandei avisar na agencia .Mais relaxada , deitada , ele veio e começar a me chupar de novo, nunca tinha gozado 2 vezes com meus namorados, mas não deu outra , dessa vez, gemi mais solta , mas tambem senti minhas pernas mais bambas e fracas.

O Cris deu um tempo para mim, me ofereceu de novo cerveja, dessa vez aceitei, descansei e fui chupar ele , ate agora não tinha me comido, endureceu a pika dele , so que desta vez me colocou de quatro e começou a me comer bem devagar , minha buceta bem molhada ,ele me comeu uns 5 minutos ate que encheu a camisinha de porra de novo, eu arriei na cama, tava com as pernas doloridas e exausta , mas aliviada , esse programa tinha sido muito bom, assim comecei minha vida de Garota de programa, depois escrevo outras experiencias nesses 2 anos qu estou nessa.

Aos 16 conheci meu amor, Maico, e aos engravidei , casamos e nasceu minha princesa Gabi, mas quando ela fez 2 aninhos, Maico, que trabalhava em tele entrega a noite, foi preso , era motorista de uma gangue de assalto.Fui morar com minha mae, mas não deu certo, acabei alugando uma kitinete na periferia , perto da mãe.

Sai a procurar trabalho, consegui numa malharia, mas frio e fiquei logo sem trabalho, consegui um namorado, Gabriel, mas não deixei ele morar comigo, somente de fim de semana.A grana começou a ficar muito curta, não queria que o Gabriel me sustentasse, minha prima fazia programa numa boate, mas eu não tinha coragem, mas não suportei a situação, na cidade tinha varias casas de GP, uma muito conhecida ,minha prima fez o contato e fui lá.

É um casarão, tem piscina, e lá funciona 24 horas mas não na casa, era pra ir em hotel/motel/casa.Na entrevista a dona me fez mostrar meu RG, tinha 18 anos e 8 meses, perguntou se tinha alguma doença, etc, e disse que como tinha já uma mulata na casa, que ficava d edia, meu horário tinha que ser das 19- as 8:00 da manhã.

O valor era interessando, 120 a hora , metade pra mim, sexo normal, caso fosse fazer anal ,o valor ficava para mim.Aceitei e fui pra casa, organizei com minha mãe pra cuidar da Gabi, contei a ela, ficou louca , mas eu não tinha outra saída.

Proximo dia, fui pra a casa e conheci as outras GP, tinha de tudo que tipo, sentei e fiquei esperando.Logo me pediram para ir com outras 3 na calçada porque um cara ia vir e escolher uma garota, sai com o coração na boca, se fosse alguém conhecido, mas acabaram escolhendo outras e fiquei pra trás.aquela noite não fiz nenhum programa, ao menos ganhei janta , café da manhã e fui pra casa.Puta da cara, mas era o começo.

No dia seguinte a noite , fui trabalhar , o namorado Gabriel já tava desconfiado que trabalho esse a noite…cheguei na casa , sentei a olhar tv, e finalmente me avisaram, Rafa, te prepara pra ir no motel.Deu um calafrio, e agora , vou ter que fuder com um desconhecido, quase desisti, embarquei no carro e fui pro abatedouro.

Chegando no motel, lembro ate hoje,entrei pela garangem, o carro era um Palio, subi a escada, bati na porta, ouvi”entra”, entrei e no box do banheiro tinha um cara duns 50 anos, branquela , tomando banho.Não olhei nos olhos deles, dei um “Oi” , o quarto pequeno, tinha a cama e uma poltrona , sentei na poltrona .olhando para baixo.

O cara saiu do banho enrolado na toalha, sem falar nada tambem, deitou na cama , ficamos uns minutos sem se falar.”Cê q é a Rafa? Sou o Cris”, Ahan, respondi, sem olhar muito para ele, “fica a vontade ele falou.”è que comecei hoje,nunca fiz isso, tô arrependida, e contei minha historia curto e rápido pro estranho homem.

Isso parece que quebrou o gelo, porque ele estava mexendo na carteira e levantou e me entregou os 120 ,00.Vai lá e toma teu banho, depois a gente vê o que se faz , me mandou.Tinha uma voz de locutor, nunca gostou de branco, sempre preferi negão.

Olhei pra ele, me levantei e falei, “tá bom, vou ter que fazer, não tenho outra escolha”, comecei a me despir, tinha roupas bem simples, fazia tempo que não tinha grana pra comprar aquelas calcinhas e sutiean mais sexy.

Fiquei de costas pra ele, vergonha, e assim fui pro banho, que me demorei(gastar o tempo),dava umas olhadas pra aquele cara na cama, nem tinha visto o pinto dele, tava enolado na toalha.Terminei meu banho, me enrolei na toalha tambem , me deitei como uma múmia na cama ao lado dele, fiquei olhando o teto.. que merda, ter que fuder com um desconhecido!

Eu tinha vergonha dos meus peitinhos, pequenos e ainda um tinha leite, porque a Gabi seguia mamando, fikei preocupada se ia sair leite…

Ele resolveu tomar a iniciativa, foi tirando a minha tolha e pronto começou a mamar nos meus peitinho, dai expliquei que podia sair leite, ele não se perturbou, seguiu chupando meus peitinhos, acabei começando a gostar, era onde eu tinha muita tesão, mas tava me freando, sempre tava na minha cabeça, to fudendo com um desconhecido!

Habilidoso ele foi me chupando, chegou na minha ppka, mal depilada ,lambei meus lábios grossos, meu grelo é pequeno, achou e foi chupando o grelo e alternando com umas lambidas na minha racha, ate dentro a ppka, me chupou dum jeito que não consegui me segurar, somente meus gemidos foram contidos, me acabei rapidamente, nunca pensei que um estranho , desconhecido ia fazer me gozar.

O grelo tava bem inchado agora, sensível, tive que pedir para ele parar, tava ficando dolorido.Ele levantou ,buscou uma cerveja no frigobar, deitou do meu lado , tomou um goles e me ordenou a fazer um boquete , pra começar.

Ofereceu cerveja, não aceitei, me ajoelhei do lado dele, tirei a toalha , dai vi meu primeiro caalho branco de perto, tamanho médio , uns 16 cm e não muitogrosso, parecido com do meu marido.Comecei a mexer o caralho dele, logo endureceu e me botei a chupar, do meu jeito, chupar eu gostava mas sem pratica, chupava, chupava , ele tava gostando e eu mais tranquila, ate que não tava ruim .

Tocou o celular dele, parei , ele atendeu , conversou uns minutos e eu ali observando , , desligou e eu voltei pro boquete , antes avisei pra ele não gozar na minha boca!Me pediu pra chupar as bolas dele, nunca tinha feito, fiz e fiquei punheteando, logo ele gozou, porra nas minhas mãos, aquele cheiro típico.

Aproveitei para lavar minhas mãos e consultar o horário, perguntei a ele a hora, porque o meu celular tava quebrado.Já tava fechando a hora, pensei pra mim, foi rápido, dai ele falou que queria mais uma hora.Fiquei feliz, o cara era legal ate agora , mandei avisar na agencia .Mais relaxada , deitada , ele veio e começar a me chupar de novo, nunca tinha gozado 2 vezes com meus namorados, mas não deu outra , dessa vez, gemi mais solta , mas tambem senti minhas pernas mais bambas e fracas.

O Cris deu um tempo para mim, me ofereceu de novo cerveja, dessa vez aceitei, descansei e fui chupar ele , ate agora não tinha me comido, endureceu a pika dele , so que desta vez me colocou de quatro e começou a me comer bem devagar , minha buceta bem molhada ,ele me comeu uns 5 minutos ate que encheu a camisinha de porra de novo, eu arriei na cama, tava com as pernas doloridas e exausta , mas aliviada , esse programa tinha sido muito bom, assim comecei minha vida de Garota de programa, depois escrevo outras experiencias nesses 2 anos qu estou nessa.

Fonte: contos eroticos cnn

Me confundiram com puta de rua e eu topei – Conto Erótico

Me confundiram com puta de rua e eu topei (conto erótico). Sou formada em enfermagem e dou plantão num hospital. Tenho curso de instrumentista e também atuo em cirurgias plásticas, o que proporciona uma grana extra. As clínicas onde presto serviços ficam num bairro nobre onde sua avenida principal é famosa como ponto de prostituição. Tem até esquemas onde num sentido é dominada por mulheres da vida e no outro pelas garotas trans.

Entre uma clínica e outra, tenho que andar na tal avenida. Até agora, só teve uma vez que uns engraçadinhos passaram de carro buzinando e mexendo comigo. Neste final de ano, estava caminhando pela avenida quando fui surpreendida por uma pancada de chuva. Como estava sem sombrinha, corri para me abrigar na marquise de um prédio na esquina. O pior é que algumas garotas de programa correram para o mesmo local.

Nisso um carro parou na esquina. Uma das garotas trocou sinais com o motorista e correu até o carro, embarcando nele. Não demorou muito para outro veículo parar ali. Não dava para ver o ocupante por causa dos vidros escuros. Outra garota foi até ele que abriu a janela do passageiro. Conversaram algo e ela voltou correndo para a marquise. O sujeito apontou para mim, fazendo gestos me chamando com a mão. Fingi que não era comigo e nem dei bola.

Putz, ele estava achando que eu era uma puta de rua! E olha que eu nem estava tão oferecida assim. Por causa do calor, estava com um vestidinho leve e curto, rasteirinha nos pés. O cara deu a volta na quadra e novamente parou me chamando. Envergonhada, fiz sinal negativo com o dedo indicador. Não adiantou. Ele insistiu me chamando. Nisso a chuva diminuiu de intensidade. As mulheres que estavam na marquise saíram dali.

Resolvi ir até o veículo para desfazer o equívoco. Um pouco também pela curiosidade. Cheguei na janela e notei que era um senhor de meia idade com aparência distinta. O que chamou atenção foram os fios de cabelo branco nas têmporas. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ele se inclinou no banco do passageiro e abriu a porta dizendo:

– Vamos, entra!

Surpresa, a primeira coisa que pensei foi dizer ¨-Olha, você está enganado. Não sou garota de programa!¨. Porém, algo me impediu. Estava sem transar alguns dias e o homem não parecia ameaçador. Deu vontade de saber como as coisas aconteciam entre as tais putas de rua e seus clientes. Quando dei por mim, estava entrando no carro.

– Nossa, como você é linda! Meu nome é Claudio. Qual é o seu?

Disse isso arrancando o carro. Sem querer me achar, sei que minha aparência chama atenção dos homens. Mal completei 26 anos, 1,70m de altura e 62 kg de peso. Branquinha, cabelos lisos, seios pequenos redondos e a bunda empinada, meu ponto forte. Ainda um pouco atordoada respondi:

– Ci…Cirlene.

– Bem Cirlene, para onde vamos?

Como assim, ¨para onde vamos?¨, pensei. Notei a aliança na mão esquerda e vendo que ele era casado, me tranquilizei um pouco mais. Respondi sem pensar:

– Você escolhe.

Ele continuou perguntando coisas e falando de si. Fiquei sabendo que trabalhava numa empresa multinacional. De minha parte, respondia de forma monossilábica, procurando não dar pistas. Assim, acabamos pegando uma via marginal e entramos num motel. Na suíte, fiquei apreciando o ambiente. Ele ligou a TV onde passava um filme pornô. Abriu a geladeira e perguntou se eu queria beber algo. Aceitei um refrigerante.

Claudio então me abraçou, beijando meu pescoço. Com a mão tateando nas minhas costas, achou o fecho do vestido. Abriu e senti as alças soltarem. Deixei o vestido cair no chão, ficando só de calcinha e sutiã. Tirei o calçado e peguei o vestido do chão, colocando numa banqueta. Ao me abaixar para ajeitar melhor a peça, ele me agarrou por trás e me encoxou. O clima foi ficando erótico.

Enquanto isso, foi se desnudando, jogando as peças de roupa, começando pela camisa, sapatos e calça. Quando tirou a cueca, vi que já estava com o pau duro, levantado e pronto para me possuir. Sem saber como agir, deixei que ele tirasse meu sutiã e a calcinha. Inexperiente naquela situação inusitada, fiquei passiva, oferecendo meu corpo para que ele ficasse à vontade para usufruir dele.

Me levou para a cama e enquanto colocava o preservativo, elogiou meu corpo mais uma vez. Seu olhar desejoso fixou na minha buceta depilada. Depois, na posição de papai e mamãe, veio por cima e me penetrou sem maior preparação. Era a primeira vez que eu me entregava a alguém sem preliminares. Um pouco esquisito isso. O falo duro entrou forçado, causando certa ardência. Afinal, eu não estava no clima. Ainda bem que ao meter, ao menos chupou meus seios. Isso fez com que eu fosse entrando no clima da transa.

Aos poucos a bucetinha umedeceu, o que permitiu que ele deslizasse melhor dentro de mim. Quando estava ficando gostoso, de repente, ela entrou fundo e parou. Para minha frustração, percebi que ele tinha gozado! Deu para ver o tremeliques do seu corpo no ato da ejaculação. Foi com certeza a pior transa da minha vida. Entendi como deve sentir as mulheres da vida que dispõem seu corpo para serem usadas pelos homens.

Fui tomar uma ducha, enquanto ele, enchia a banheira de hidro. Saí do box e entrei na banheira. Ele entrou no box e se lavou. Veio até a hidro e começamos a conversar banalidades. Que coisa mais louca! Me enxuguei com a toalha, fui para o quarto e fiquei de bruços na cama, com a cabeça apoiada nos braços assistindo o filme pornô. Eu precisava ter um orgasmo. Queria ter o clímax custasse o que custasse.

Para provocá-lo, empinei o bumbum. Sei como tal pose excita meus amantes. Ele veio por trás e ficou acariciando as maçãs redondas das minhas nádegas. No filme, uma cena de anal de tirar o fôlego com um bem dotado enrabando uma loira. Rebolei sensualmente o traseiro. Resolvi agir ativamente. Me virei, fiz ele deitar de costas na cama e passei a masturbá-lo. Seu pau estava meio mole e o abocanhei. Enquanto chupava, masturbava lentamente. Logo a coisa foi crescendo na minha boca, ficando totalmente ereto.

Ante seu olhar surpreso, peguei outra camisinha e encapei o precioso. Peguei dois travesseiros e me deitei com a barriga sobre eles. Oferecendo explicitamente para que ele me pegasse por trás. Eu de quatro esperando. Ele veio e me penetrou na buceta. Desta vez entrou mais fácil. Ele começou a meter com vontade. Acho que estar me possuindo assim, ou sei lá se vendo o filme, ele perguntou:

– Posso meter no teu cu?

– Tudo bem, só passe gel e põe devagar.

Mais do que depressa ele lubrificou o pau e jogou o resto do sachê no botãozinho do meu cuzinho. Tentou meter e não conseguiu. A coisa deslizava no rego e não entrava. Empinei mais o quadril para facilitar. Ele segurou melhor o bastão e finalmente conseguiu enfiar. Quando entrou, causou certa dor e desconforto. Enquanto ele empurrava, eu procurava relaxar. O avanço foi forçado e penoso. O anal sempre é dolorido na penetração.

Pedi para parar um pouco, já que a dor era forte. Ficamos assim engatados por um tempo. Aos poucos a dor sumiu e eu fui afastando a bunda ao encontro do seu ventre. Ele passou a fazer força contrária e eu fazia o mesmo tentando ¨cagar¨ o invasor. Foi entrando mais e mais. Ele então começou o empurra e puxa. Aumentando a velocidade gradativamente. Estava ficando cada vez mais gostoso e eu passei a siriricar o clitóris.

Logo senti que o orgasmo estava vindo. Passei a rebolar querendo mais e mais. Sei lá, devo ter gemido, chorado, talvez xingado, pedindo que não parasse. Que metesse com força, que me arrombasse toda! Finalmente a explosão veio! Foi tão forte e intenso que embaixo, tudo piscou. Enfraquecida, me deixei cair mole, totalmente sem forças. Quando normalizei, senti que as mãos dele segurava meu quadril como garras, ele socando pra valer!

Nessa hora senti que estava doendo. E ele não parava de meter. Queria que terminasse logo com aquilo. Passei a choramingar pedido:

– Ahhhh, goza! goza no meu cu. Aiiii, goza, me enche de porra, goza! Aiii, mete, mete, goza! Ahhhhh, goza, goza!

Acho que isso o excitou ainda mais e finalmente, ele gozou soltando gemidos roucos, dizendo que eu era gostosa demais! Ficou pesando sobre mim, nós dois engatados e saciados. Demorou até seu pau escorregar para fora de mim. Talvez com meus judiados músculos do cuzinho ajudando a expulsá-lo. Aquela saída foi prazerosa, além de depois, deixar a sensação de vazio e a dorzinha gostosa.

– Nossa, Cirlene, você é gostosa demais! Foi mesmo incrível!

Nos lavamos e enquanto vestíamos as roupas ele perguntou:

– Então, quanto que eu te devo?

¨Deve?¨, pensei. ¨Quanto?¨, nem fazia ideia de quanto as garotas cobravam. Então falei:

– Você que sabe…

Ele me deu duzentos reais. Sei lá se é pouco ou se é muito, já que ficamos quase três horas no motel. Gostaria que o leitor que conhece a coisa me diga, nos comentários. Claudio então me perguntou:

– Você é nova aqui, né?

– É, sou sim.

Respondi enquanto pensava ¨-não só nova como nunca tinha dado por dinheiro…¨ Ele complementou:

– Percebi isso quando você não indicou lugar algum. As garotas daqui, todas elas tem hotelzinho na redondeza para os programas. Além disso, cobram extra para fazer atrás.

Foi a primeira vez que transei sem trocar nenhum beijo. A primeira parte foi ruim, depois melhorou. Como experiência valeu. Acho que não irei repetir, mas, se acontecer novamente vou estar mais escolada…

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