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Minha secretária, minha puta

Conto eroticos: Minha secretária, minha puta. A minha primeira história aconteceu quando eu trabalhei como despachante em uma transportadora. Comecei aos 25 anos de idade e, pelo meu desempenho, minha proatividade, minha correção com as finanças, aos 33 anos eu já tinha um cargo de diretor, pois a empresa, em oito anos, cresceu significativa e aceleradamente, conquistando, inclusive, mercados interestaduais, requerendo que mantivesse uma diretoria, um conselho e até compliance.

E assim foi que a vida continuou. Na época não fiz questão de casar, já que minha carreira profissional havia decolado de forma muito boa. Minhas fodas eram com garotas de programas. Sim, putas. Porque com putas você trepa, goza, paga e não tem vínculo. É simples assim.

Com a empresa de vento em popa e as tarefas se avolumando, precisei de uma secretária e a empresa contratou Sofia, uma mulher branca, bonita, gostosa, da minha idade, com muito bom desempenho no cargo, mas casada e muito séria. Porém com uma qualidade extraordinária, muito observadora, a ponto de saber qual o meu prato e o meu doce preferidos, quanto açúcar deveria ter o meu café, meu tipo de roupa, minhas marcas de perfume e muitos outros detalhes, o que me deixava impressionado.

Até o tipo de putas que eu gostava de foder – acreditem – ela sabia. E quando me via mentalmente muito cansado, precisando relaxar, ela dizia “Mário, vá para casa relaxar, receba uma visita que eu já providenciei”. Na primeira vez em que isso aconteceu eu fiquei até assustado. Pois nunca havia falado nesses assuntos para ela. Era realmente uma secretária impressionante. Eu acho até que Sofia sabia mais de mim que do próprio marido.

Bem, numa quinta-feira, véspera de feriadão, em que ficamos trabalhando até umas nove meia da noite, já exaustos, Sofia me surpreendeu. Me disse, ao final de todo o trabalho, “Mário, eu hoje preciso relaxar também. Meu marido está viajando há três semanas e, se você quiser, posso ser a sua puta, você me paga o que paga para elas e relaxamos juntos”. Diante daquele corpão, da proposta direta, sem rodeios, topei a parada. Da empresa, fomos direto a um hotel.

Já no apartamento, minha secretária se transformou em uma puta perfeita, putíssima mesmo.

Após tomarmos um relaxante banho de banheira, eu nu, sentei na cama, recostado na parede, ela me beijou, nos beijamos, me ofereceu os lindos seios, que eu chupei com gosto, um por um, enquanto ela me masturbava.

Depois ela deitou com a cabeça na minha coxa e chupou minha pica com a mestria de uma profissional, enquanto eu dedilhava ora a buceta ora o cu dela. Assim, no espaço de uns quinze minutos, ela começou a gemer gozando nos meus dedos, enquanto eu gozava naquela boca deliciosa. Sofia não deixou escapar uma gota sequer da minha gala, bebeu tudo e não tirou o pau da boca enquanto não ficou duro de novo.

Mas aí, eu, que estava doido pra chupar buceta, sinalizei e ela abriu as pernas. Caí de boca mamando aquela buça, brincando com a ponta de língua no grande grelo, massageando o famoso ponto “G” com dois dedos e enfiando um no cu dela. Em minutos, a agora puta Sofia gozou urrando. Imediatamente, a coloquei de quatro e enfiei a rola naquela boceta encharcada. Foi rápido. Sofia gozou de novo e eu retirei o pau da boceta e comi o cu dela, gozando em minutos.

Terminado o programa, paguei a Sofia pelo trabalho, relaxamos mais um pouco na banheira do hotel, e depois cada um foi para sua casa. Na empresa, tudo continuou normal, como se nada tivesse acontecido. Mas, sempre que eu queria foder uma puta diferente das já conhecidas, dizia à minha secretária que naquela noite desejava um programa e ela já sabia com quem. Depois do expediente, no apartamento do hotel, Sofia era a puta da vez!

Fonte: Casa dos contos

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