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Virei garota de programa por um fim de semana

Virei garota de programa por um fim de semana. Essa é uma das minhas várias aventuras sexuais. Passado as festas de fim de ano, meu chefe me falou que a empresa iria colocar um estande em um evento em Recife durante um fim de semana, iriam montar tudo lá, e perguntou se teria disponibilidade de ir só para tomar conta. Aceitei ir, pois seria bom mudar os ares e ganhar uma grana extra. Viajei na quinta de manhã e me hospedei em um hotel perto da orla, e na tarde já fui trabalhar ajudando na arrumação. Por volta das 8 da noite terminei o serviço fui pra pousada, e apesar de cansada, resolvi andar um pouco na orla. Sentei em um quiosque no calçadão, pedi uma rosca e comecei a puxar conversa com a dona. O nome dela era Claudine. Como o movimento estava devagar, deu pra bater altos papos, sem perceber já tinha bebido duas. Em um momento, comecei a perceber duas meninas usando roupas curtas, que rondavam perto da barraca. Perguntei de curiosidade se por ali aparecia muita garota de programa, ela disse que não era com frequência, mas que volta e meia aparecia uma circulando. Quando ela começou a arrumar as coisas, pedi a ultima e comecei a caminhar pra pousada. Sentei em um banquinho pra terminar a bebida, foi quando percebi um rapaz passando e me dando umas olhadas. Olhei educadamente e dei um sorriso, foi aí que ele veio e sentou ao meu lado e começou a puxar conversa de uma forma educada. Falei que tinha vindo a passeio e onde estava hospedada, mas inventei outro nome. Como estava usando um vestido não muito curto, mas decotado, percebia as olhadas indiscretas dele. Naquele momento já comecei a imaginar o que ele queria:
– Poxa, você é muito linda e me apaixonei pela sua simpatia. Estou afim de sair com vc, qual sua proposta?
– Posso fazer por 200 – falei um pouco nervosa.
– Eu topo, quiser vamos.
Fomos para o hotel. A recepcionista nos olhou sem fazer perguntas e subimos. Quando entramos no quarto, estava nervosa e ansiosa, sem imaginar o que poderia rolar. Ele tirou a roupa ficando só de cueca e pediu pra ir tomar um banho. Fiquei olhando pra sua cueca e percebi o volume dentro dela, imaginei que ele devia ter um membro grande, o que começou a me deixar excitada. Nesse tempo, tirei minha roupa e vesti um roupão do hotel. Quando ele saiu, fui tomar um banho rapidinho. Quando saí, ele estava deitado na cama vendo um filme pornô, logo reparei o volume que fazia em sua cueca. Fui pra cama e sentei em seu colo rebolando em cima de seu membro, tirei o roupão, fiquei ajeitando meu cabelo e perguntei:
– E aí meu amor, como você vai querer, sou toda sua, quer fuder gostoso quer?
– Nossa você é maravilhosa – comentou me admirando, e começou a acariciar meus seios.
– Vem cá, deixa dar um trato em você.
Levantei e tirei logo a sua cueca. Seu membro estava enrijecido de tesão. Fiquei admirada pelo tamanho que correspondeu as minhas expectativas, deveria ter uns 22 cm. Ele havia depilado o saco e a região em volta do pênis, o que me deixou mais atraída. Me ajoelhei e comecei lambendo em volta do seu saco, a virilha, todas as partes e lambia o corpo do seu membro. Ele ficava olhando admirado, gemendo gostoso. Eu aí comecei a lamber a cabeça do pau dele, esfregando a minha língua em uma forma circular. Depois comecei a encaixar aquele membro em minha boca fazendo um vai-vém devagar, o tesão era tamanho que sentia a pulsação dele. Ele começou a segurar minha cabeça e comecei a acelerar os movimentos, tentando encaixar ele todo em minha boca, sentia a cabeça bater quase em minha garganta. Ele gemia que nem um louco. Nessa altura, eu me masturbava com uma das mãos, minha xoxota estava pingando de tesão querendo aquele membro dentro de mim. Quando percebi que ele iria gozar, tirei da minha boca e comecei a lamber a cabeça, foi no que veio aquele jato quente melecando todo meu rosto com seu gozo, e encaixei em minha boca novamente sugando o resto de esperma que saía do seu pau. Ele gemia que nem um louco. Quando ele relaxou um pouco, comentou:
– Porra, seu tratamento é excelente – rimos um pouco.
– É né? Vou tomar um banho.
Ele me acompanhou e fomos tomar juntos. Começamos a ajudar o outro a se ensaboar e seu membro começou a enrijecer novamente. Me abaixei comecei a chupá-lo. Não fiz muito quando ele me puxou e me abraçou pelas cosas e começou a dar carinhos nos seios e a beijar meu pescoço. Ele aí começou a esfregar aquela tora no meio de minhas pernas e senti meu cú piscar. Ele me inclinou um pouco e começou a roçar seu pau em minha bunda. Desliguei o chuveiro e coloquei as mãos na parede inclinando minha bunda com as pernas afastadas, dando oportunidade às intenções dele. Ele deu umas lambidinhas, quando se posicionou, com uma mão segurou minha bunda e a outra conduziu o membro até a entrada e começou a encaixar. Eu sentia aquele membro começar a me invadir como nenhum outro. Foi introduzindo devagar, quando senti seu corpo encostar em minha bunda, segurou minha cintura com as duas mãos começou a dar estocadas com gosto. Comecei a gemer alto sem imaginar se alguém do quarto vizinho poderia ouvir. A cada estocada gemia mais e sentia meu orgasmo vindo. Gozei que nem uma louca, sentindo minhas pernas tremerem. Mandei ele deixar no chão mesmo, me agachei e fui ajeitar o membro dele na entrada do meu rabo, sentei e ele entrou de uma só vez. Comecei a cavalgar com vontade, gemendo que nem uma louca e escutando o estalo dos nossos corpos. Quando senti que iria gozar novamente, ele começou a urrar, e gozamos quase ao mesmo tempo, com o safado enchendo meu cú de porra. Sentia meu corpo ficar fraco. Levantamos, nos demos um longo beijo e tomamos outro banho. Ele foi se arrumar e eu vesti apenas um roupão. Na hora de sair ele comentou:
– Adorei seus serviços. Você tem futuro trabalhando assim como uma profissional – me deu um beijo e me entregou um dinheiro enrolado.
Depois que ele saiu, lembrei que não tinha perguntado o seu nome e desenrolei o dinheiro, foi quando tomei um susto. Ele havia me entregue R$300.
Na sexta começou o evento. Usei um vestido um pouco decotado nem muito curto, mas sexy. Foi um pouco corrido, mas conseguia me divertir. Ás vezes aparecia alguns marmanjos me dando cantadas, e sempre levava na boa. Depois de muito trabalho, saí por volta de 8 horas, e no caminho pro hotel, passei na barraca de Claudine pra tomar uma rosca. Apesar de ter um movimento um pouco maior, deu pra ficarmos conversando. Perto de meia-noite, o movimento já tinha acabado. Na barraca dela tinha um banheiro no fundo, fui pra fazer xixi. Quando entrei, me chamou a atenção por ser arrumado e bem limpo, mais arrumado que muitos bares que já havia frequentado. Era pequeno, mas dava para ficar duas pessoas dentro confortável. Quando voltei, pedi mais uma roska pra Claudine e vi que tinha chegado um rapaz, devia ter seus 20 anos, gato e atlético. Percebi as olhadas dele pro meu decote, ele veio ao meu lado, me abraçou pela cintura e veio se apresentando. Claudine meu deu uma olhada como quem percebeu a situação mas ficou na dela. Ele ai veio falando:
– Sua boca é muito linda. Adoraria um boquete seu.
– Se você quiser é R$ 50, podemos ir atrás de uma barraca dessas…
Foi que Claudine veio e me entregou a bebida:
– Era de limão mesmo? – perguntou ela, dando uma risadinha de canto de boca.
– Era sim, obrigada – aí me dirigi a ele – se tu quiser agora é só falar.
– Vou ver aqui – respondeu ele meio desconcertado.
Claudine aí chegou pra perto de mm, segurando o riso e perguntou:
– Esse cara aí tá achando que você é garota de programa é?
– É sim, perguntou quanto era o boquete, falei de onda que era R$50.
Ela aí olhou pros lados e cochichou:
– Criatura, eu nunca permiti essas coisas aqui na minha barraca não, pra não acharem que dou apoio a esse tipo de trabalho, como a rua tá deserta mesmo, mas como vi que você é uma mulher na boa, e não tem cliente aqui vendo, se você quiser ganhar essa grana aí, se tranca aí no banheiro. Qualquer coisa seguro as pontas aqui – deu uma piscada de olho pra mim.
Como ele foi pro outro lado da barraca onde estava sentado, passei minha bolsa pra Claudine pra guardar sem que ele percebesse. Quando ele me olhou fiz um leve sinal com o rosto indicando o banheiro, ele fez uma cara de surpreso e veio.Trancamos a porta e começamos a trocar um longo beijo. Ele aí abriu a calça e abaixo junto com a cueca, seu membro já estava ereto, e dava pra ver como era grande. Me abaixei e comecei a revezar as lambidas entre seu saco e o corpo do seu pau, sempre punhetando ele. Ele começou a gemer gostoso e comecei a dar as lambidas na cabeça do seu membro, que já começava a sair um líquido, logo encaixei em minha boca e comecei a acelerar os movimentos dando carícias em seu saco. Ele suspirava segurando os gemidos e ei continuava as investidas encaixando em minha boca. Quando senti seu membro pulsando como que iria gozar, ele PE puxou me levantando e me deu um longo beijo e falou:
– Não to aguentando, vc chupa muito gostoso, preciso meter em vc – falou quase cochichando.
– Cara, não dá, a gente não pode demorar aqui e… – falei meia preocupada de alguém chegar.
– Nossa, te dou uma grana a mais, mas preciso, é rápido.
– Tá bom, mas tem que ser rápido.
Levantei o vestido e tirei a calcinha pendurando na pia. Me reclinei debruçando na pia, ele veio logo por trás segurando minha cintura e encaixou de uma vez em minha xoxota. Ele começou a dar umas estocadas rápidas em minha xoxota. Aquela adrenalina me deixou excitada. Não demorou 3 minutos, ele começou a gozar em mim, me enchendo de porra, gozamos quase simultaneamente. Ele gozou muito que sentia seu mel escorrendo pelas minhas pernas. Ele tirou de dentro de mim e começou a se arrumar rapidamente. Quando terminou, ele pegou uma grana do bolso e me deu. Me deu um selinho e falou:
– Nossa, você é muito gostosa, adorei – ele aí abriu a porta do banheir devagar, viu que não tinha ninguém e saiu.
Levei uns 3 minutos vestindo minha calcinha e ajeitando minha roupa, foi quando conferi o dinheiro e vi que ele tinha me dado R$150, aí pensei comigo rindo:
– É, esse fim de semana tá valendo a pena.
Depois que saí do banheiro e cheguei no balcão, Claudine estava só arrumando as coisas, veio até mim rindo e falou:
– Boquete bom e demorado esse em?
– Pois é – rimos.
Quando paguei a conta, dei um dinheiro a mais. Ela percebeu e me olhou sem jeito, aí falei:
– Pelo aluguel do espaço – demos outra risada.
No sábado foi o dia que teve maior movimento quase não parei pra descansar. Já de noite, quando o movimento diminuiu, comecei a arrumar as coisas na loja. Um rapaz que trabalhava no estande ao lado veio e começou a conversar sobre os trabalhos. Percebi que ele tinha uma conversa atraente, e volta e meia dava uma olhada nos meus decotes. A fragância do perfume dele começou a mexer comigo. Fazendo as arrumações, fechei a cortina da vitrine por completo, quando fui fechar a porta, comentei
– Vou fechar aqui, mas pode ficar a vontade, é só pra não chegar mais pessoas – percebi ele dar uma risadinha como se tramasse alguma coisa.
Fui pegar uns papéis no balcão e parei do lado dele, ele aí deu uma olhada indiscreta para os meus seios pelo decote.
– Gostou foi? – olhei dando uma risada acariciando meus seios.
– Claro, adoraria poder te possuir. Não sei como posso recompensá-la.
– Depende, o que você se refere em me recompensar? – minas pernas começaram a tremer.
– Não sei… – fez um gesto com a mão se referindo a dinheiro.
Fui olhar para a porta para confirmar se realmente estava trancada. Por sorte, era porta de vidro com película, que estava do lado de fora não conseguia ver nada do lado de dentro. Não percebi a hora que ele abriu a calça. Me virei de volta e senti ele me puxando pela cintura e com a outra mão colocando em minha nuca.
– Vamos aproveitar, só tem nós dois aqui – senti aquele membro roçando no pé de minha barriga.
– Você tá maluco porra, aqui não…
Coloquei uma mão em seu peito e outra em seu membro, vi como era grande, fiquei sem reação de afastá-lo de mim. Minha xoxota nessa hora já tava melada, foi no que ele me puxou e trocamos um longo beijo. Gozei quase que instantaneamente. Me ajoelhei e comecei a abocanhar aquele membro e chupá-lo com gosto. Parei e falei:
– Seu louco, abaixa essa calça e senta aí – apontei para um banco.
Levantei meu vestido tirando minha saia e comecei a cavalgar naquele membro, a cada socada sentia o membro dele batendo no meu útero. Ficávamos ofegantes segurando os gemidos. Depois de uns 5 minutos no vai-vém, ele falou que iria gozar. Saí de cima dele e abocanhei aquele pau. Logo senti ele gozar em minha boca e o jato bater quase em minha garganta. Depois que suguei todo seu esperma, falei pra ele de uma forma safada:
– Satisfeito seu filho da puta?
Vesti minha calcinha e fui pra um espelho me olhar ajeitando meu vestido. Depois que nos ajeitamos, ele veio até mim, me deu um selinho:
– Tenho que voltar, o povo deve estar me procurando.
Fui abrir a porta pra ele, saímos conversando como se nada tivesse acontecido, quando fomos nos despedir, vinha chegando uma colega dele:
– Já ia te chamar, estamos precisando de uma ajuda sua aqui.
Depois que tinha deixado tudo em ordem, fui pegar minha bolsa pra sair e vi que ele deixou uma grana debaixo de minha bolsa.
Fui direto pro hotel, estava cansada devido ao movimento e precisando de um banho pra relaxar um pouco. Estava lá relaxando no banho e relembrando os fatos de transar com desconhecidos e ainda ter ganho uma grana por isso. Aí comecei a ter a ideia: “Bem, estou longe da minha cidade, ninguém aqui me conhece mesmo e como vou embora logo, acho que vou aproveitar pra ganhar uma grana extra com isso”. Fui me arrumar pra sair. Vesti um biquíni com um short de lycra, calcei um tênis e passei uma maquiagem diferente pra chamar a atenção. Quando fui sair, fui deixar a chave do quarto na recepção. Percebi que era a mesma recepcionista do dia que subi com um rapaz pro quarto. Demos boa noite, percebi que ela me deu uma olhada de cima a baixo pegando a chave de minha mão me dando um carinho diferente, e me deu uma piscada de olho com um sorriso. Aquilo me deu um calafrio gostoso. Cheguei na barraca de Claudine, nos cumprimentamos, ela veio brincando:
– Nossa amiga, veio preparada pra arrasar hoje né?
– Pois é, estou com disposição pra curtir hoje.
Dei uma piscada de olho pra Claudine e ela deu uma risadinha como quem entendeu a minha insinuação. Pedi uma cerveja e fiquei no balcão observando o movimento das pessoas na rua. Havia um casal no balcão perto de mim e reparei que a mulher me dava umas olhadas discretas, e comecei a retribuir, até que um momento ela deu uma piscada de olho pra mim com um sorriso, retribuí com um sorriso e um balançar de cabeça de positivo. O rapaz que estava com ela se levantou e foi ao banheiro. Não demorou pra ela levantar e veio até mim. Percebi que ela usava um vestido justo, mas não muito curto. Como era justo, não consegui perceber a marca da calcinha, e imaginei que estivesse sem. Nos cumprimentamos com um beijo no rosto, e começamos a nos conhecer:
– Você anda muito por aqui? – perguntou ela.
– Não, estou aqui de passagem, vim passar um fim de semana aqui pra curtir um pouco, mas segunda já vou embora.
– Você tem um corpo bonito e atraente, fiquei com inveja do seu corpo sarado – falou me olhando de cima a baixo.
– Obrigada, você também é muito simpática. Você e seu marido são daqui? – perguntei como teste.
– Ele não é bom meu marido, é meu noivo. Vamos casar daqui a 15 dias, viemos descansar também. Estou com planos de fazer uma despedida de solteiro pra ele, fazermos algo diferente, mas ele ainda não sabe. Você tem alguma sugestão de despedida?
Nesse momento percebi onde ela queria chegar. Abracei ela pela cintura e falei perto do seu ouvido.
– Sou profissional no assunto e posso realizar seus desejos e fantasias. Só depende de vocês.
– Poderei te recompensar depois – falou ela acariciando m meus cabelos, nesse momento o noivo dela havia saído do banheiro e passou do lado da gente nos dando uma olhada – estamos hospedados naquele hotel ali, vou falar com ele – percebi que era o mesmo hotel que eu estava – prazer – nos despedimos com outro beijo no rosto.
A garota voltou e percebi eles cochichando algo e ele me dava umas olhadas de lado. Nesse tempo chamei Claudine pra acertar minha conta, que ficou observando de perto e comentou baixinho:
– Você também não perde tempo né? – rimos.
O casal passou do meu lado, a menina deu um sinal me chamando e fui atrás. Quando chegamos na recepção, eles pediram a chave do apartamento e fiquei atrás deles de propósito. Escutei ela falando que iria subir com uma e fez um sinal pra mim. A recepcionista me deu uma olhada, sem que eles percebessem, fiz um sinal de silêncio, ela deu ma risadinha de leve se fazendo de desentendia e ficou na dela. O casal pegou as chaves e subimos. Logo que chegamos, o noivo dela começou a tirar a roupa e eu sentei na cama pra tirar a sandália.
– Meu amor, vou tomar um banho rápido aqui que estou todo suado – ele ficou só de cueca e foi pro banheiro.
Percebi que ele não era atlético mas tinha um corpo sarado. A mulher sentou ao meu lado, começou a dar carícias em meu rosto e veio ffalando de uma forma carinhosa:
– Subimos e nem perguntei seu nome.
– O meu é Monalisa, e o seu?
– Grazielly, mas pode me chamar de Grazy.
Ela me abraçou e começamos a nos beijar.O noivo dela havia encostado a porta do banheiro e nem escutamos o som do chuveiro Ela começou a tirar minha roupa, depois que sentei novamente, voltamos a nos beijar e ela começou a dar carícias em meus seios. Já comecei a ficar melada. Abri as pernas, foi no que ela começou a investir chupadas em meus seios e a massagear minha xoxota. Fechei os olhos e comecei a delirar, com as investidas dela e gozei quase instantaneamente.
– Resolveram começar sem mim é? – o noivo dela estava perto da gente se masturbando. Seu membro era grande e grosso.
– Não amor, estava preparando ela pra você – respondeu ela.
– Vem cá amor, deixa te ajudar a tirar a roupa – ele veio pegar ela pelo braço.
– Não precisa, eu quero que você foda ela gostoso.
– Como assim, não iríamos fazer a 3? – ele olhou para a noiva meio sem entender,eu olhava para os dois sem entender mais ainda.
– Não Carlos, queria te dar um presente antes de casarmos. Esse é meu presente, quero que vocês trepem gostoso. Vou ficar no sofá só observando.
Ele ficou olhando sem entender, eu levantei da cama me ajoelhei na frente dele e falei:
– Porque você não vem aqui e aproveita seu presente – comecei a masturbá-lo.
Grazy se afastou da gente e foi sentar no sofá. Eu comecei a chupá-lo encaixando todo seu membro em minha boca. Fazia um vai-vém dando carícias em seu saco, e comecei a perceber a respiração ofegante dele. Comecei a revezar chupadas no corpo do seu pau e no saco, colocando todo em minha boca.
– Continuar assim vou gozar porra – falou ele ficando com a respiração mais ofegante.
Botei o saco dele em minha boca e continuei com as lambidas, punhetando a cabeça do seu pau. Fiquei uns 3 minutos e me tocando, que nesse momento já estava toda melada, sedenta querendo aquele membro me invadindo.
– Aiii… vem cá sua puta…
Deitei de lado na cama e ele veio por trás e começou a meter gostoso na minha xoxota. Sentia ele meter com vontade e aquele membro batendo no meu útero, que me deixava cada vez mais com tesão e me fazia gemer alto. O cheiro de sexo exalava pelo quarto. As estocadas dele me faziam delirar mais e gozar várias vezes seguidas.Um momento ele cansou e tirou seu membro de mim.
– Velho seu pau é muito gostoso, sua mulher tem sorte de ter um macho como você.
– Vem cá, vira essa buceta pra mim.
Deitei na cama e ele, começou e me dar umas chupadas deliciosas. Quanto mais ele me chupava, mais melada ficava, sentia seu dedo dando carinhos na minha vulva. Me entreguei totalmente àquele prazer. Gemia e rebolava cada vez mais, foi quando senti ele encaixar seu dedo em meu ânus sem deixar de dar as chupadas. Naquele momento foi como um choque, gemia que nem uma louca sentindo aquele dedo invadindo meu rabo e sendo chupada. Um momento que não aguentei mais, gozei que nem uma louca, uma gozada que me fez sair um gozo de minha xoxota, como se estivesse me mijando. Levei uns 3 minutos pra conseguir me recompor.
– Cara, pelo que você fez vou te dar um presente meu agora, deita aí.
O pau dele continuava com vigor e ereto. Me agachei e encostei meu cú na cabeça do pau dele, ele ajeitou e comecei a sentar devagar, sentindo aquele membro invadindo meu rabo. Quando senti ele todo encaixado, comecei a cavalgar com vontade, chega escutava os estados dos cheques dos nossos corpos. Não demorou muito pra ele avisar que iria gozar. Sai de cima e me ajoelhei no chão, ele puxou minha cabeça pelos cabelos, começou a punhetar e mirou seu pau em meu rosto, só foi o tempo dele gozar, só sentia os jatos quente e grosso melecando todo meu rosto. A Grazy nessa hora estava sentada no sofá com o vestido levantado até a barriga numa siririca louca, assistindo de camarote nossa transa. Abocanhei sua pica e terminei de lamber o resto de esperma que saía do seu pau. A Grazy que já tinha gozado, veio e me deu um beijo lambendo todo meu rosto. Fomos tomar um banho juntos. Depois que me arrumei me despedi dele e a Grazy veio até o lado de fora me entregou uma grana, nos demos um beijo e fui embora. Como já era mais de meia noite, a portaria estava vazia e quase não se via movimento na rua. A recepcionista pegou a chave do meu quarto dando risada:
– Criatura, a coisa lá tava boa em? Fui pro descanso, quando vim voltar, fui fazer uma ronda e por acaso passei pela porta do apartamento e escutei seus gemidos.
Eu fiquei sem saber onde enfiar a cara.
– Qual seu nome? – perguntou ela.
– Monalisa, e o seu?
– Dafne. Não querendo me meter na sua vida, vc é acompanhante a quanto tempo?
– Criatura, se eu te contar que eu nunca fui? Na verdade vim participar do evento no centro de convenções, vim só pra trabalhar em um estande da minha empresa. Essas transas surgiram por acaso, como segunda já vou embora cedo mesmo, e ninguém aqui me conhece, resolvi aproveitar essa oportunidade pra ganhar essa grana extra.
Rimos um bocado. Como simpatizamos, ficamos quase 3 horas conversando falando de nossas vidas.
– Amanhã você vai fazer o que? – perguntei meia sem interesse.
– Não tenho nada programado e você?
– Amanhã vou lá no estande terminar de arrumar as coisas. Umas 11 horas estou livre, se você topar podemos marcar uma praia, que acha?
– Pode ser, largo 7 horas. Posso ir em casa trocar de roupa e te encontro aqui na praia.
Nos despedimos e fui dormir. No outro dia saí para resolver minhas atividades no congresso, já com a roupa de praia e na volta me encontrei com a Dafne na frente do hotel. Passamos o dia todo curtindo na praia e tomando uma cerveja na barraca de Claudine. A Dafne era uma pessoa encantadora, tinha um bom papo, e um corpo bonito, que deixava muitos marmanjos babando. Volta e meia a gente falava de homens e prestávamos atenção em algum gatinho. Quando deu 5 horas, a Dafne comentou:
– Mona, vou ter que ir, não tive tempo de cochilar direito essa noite, e estou cansada. Preciso ir descansar que amanhã vou trabalhar de dia.
– Tá bom, vou deixar meu contato com você, pra mantermos contato.
Trocamos contato e na hora de nos despedirmos, fomos trocar beijos no rosto, ela me puxou pela cintura que meio que desequilibrei e acabamos nos dando um selinho. Quando começou a escurecer, deixei minhas coisas na barraca de Claudine e fui dar um último mergulho. Quando voltei, ela já estava guardando as coisas na barraca pra fechar.
– Amiga, fechando cedo hoje? Qual o caso?
– Ô, também sou filha de Deus. Mas fica aí, ainda vou arrumar umas coisas aqui, quiser entrar e continuar tomando uma, fica a vontade. Fui tomar uma chuveirada pra tirar a areia e o sal. Entrei na barraca e ela fechou, fiquei tomando uma cerveja enquanto ela arrumava as coisas. Quando terminou, ela perguntou:
– Amiga, vou tomar um banho, fica a vontade aí.
Ela começou a tirar a roupa e vi que ela era uma falsa gorda. Vestida achava que era meia gordinha, mas era uma toda distribuída, que chamava atenção. Continuamos conversando enquanto ela tomava banho. Começamos a falar de namoros, ela comentou que era separada a 2 anos, que de lá pra cá, não sabia o que era uma pica, e que já estava subindo pelas paredes. Ela aí perguntou sobre minhas aventuras na minha estadia. Comentei que transei muito esses dias e que tinha faturado uma boa grana. Na hora ela vinha saindo do banheiro já enxuta com a toalha no ombro, ela aí brincou comigo:
– Também, essa buceta sua parece que você passou mel nela – falou dando tapinhas nela, acabamos n os encostando e nossos seios se roçaram.
– Se tu quiser provar o mel dela pode ficar a vontade, se tu quiser, posso dar um tratamento na sua também – meti a mão na dela e comecei a dar carinhos.
Na mesma hora nos olhamos e começamos a dar um longo beijo. Escutamos uma zuada de pessoas do lado de fora.
– Criatura, tem como verem agente aqui – perguntei baixinho.
– Relaxa, a barraca é toda fechada, é só não fazer barulho – comentou falando baixinho também.
Ela estendeu a toalha em cima do freezer e apagou a luz. Voltamos a dar nosso beijo, puxei ela indicando o freezer, e ela foi logo sentando, o que facilitou para poder investir nos seus seios, dando umas chupadas e carinhos. Depois de umas boas chupadas, desci dando beijos em sua barriga até chegar na sua xoxota, que estava toda cheirosa. Me agachei um pouco e comecei a dar umas boas chupadas na sua xoxota e comecei a encaixar dois dedinhos nela, e comecei a dar uma socadas devagar, sem deixar de dar umas chupadas em seu grelo, que logo ficou inchado devido ao tesão. Claudine nessa hora já havia deitado no freezer e jogado suas pernas por cima do meu ombro, ela ficava ofegante e se retorcia, se segurando pra não gemer e alguém do lado de fora escutar. Volta e meia sentia as gozadas que ela dava e lambia o líquido que saía de sua xoxota. Quando ela não aguentou mais gozar, me pediu pra parar. Quando ela ficou de pé, ela começou a mancar devido as pernas trêmulas das gozadas que deu. Quando começamos a dar outro beijo, o celular dela tocou. Era a irmã dela avisando que estava vindo buscá-la. Nos arrumamos rápido e saímos da barraca nos despedindo. Quando cheguei no hotel, procurei arrumar logo minhas malas e deixei só uma roupa do lado de fora que iria usar pra viagem. Depois de tudo pronto, fui tomar um banho. Depois de meia hora de um banho quente, saí e vesti um roupão sem nada por baixo, foi quando escutei baterem na porta do quarto. Estranhei por não estar esperando visita, mesmo estando só de roupão, abri um pouco a porta escondendo meu corpo e vi que era a Dafne, da portaria.
– Oi amiga entra, que surpresa é essa?
Percebi que ela usava um vestido justo, curtinho e bem sensual.
– Resolvi vim fazer uma visita, e procurar saber se você não está precisando de uma companhia pra essa noite.
Aceitei a sua visita. No outro dia acordamos cedo e fui embora pro aeroporto pegar meu vôo. O que rolou naquele quarto nesse dia, vou deixar para a imaginação dos leitores…

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